Julho 2008


Os 4 rapazes de Sampacity

Os 4 rapazes de Sampacity

Estava escrevendo um post sobre uma canção do Edgard Scandurra para o meu blog “Lendo Quadrinhos” (vejam lá, gente, é só clicar ao lado, nos links), quando comecei a viajar em lembranças da minha fixação pelas músicas do IRA!, ainda hoje minha banda nacional favorita.

Aliás, foi umas das notícias mais tristes essa aí do fim da banda, comunicada recentemente, consequência daquele rolo todo entre o Nasi, o Irmão-Empresário e a Banda…

Enfim, desde a adolescência ouço muito rock e, dentro dessa imensidão, o IRA! ocupa um lugar especial no meu coração e nas minhas memórias…

“Na Bateria: André Jung! No Contrabaixo, Ricardo Gaspa! Nas Guitarras e Vocais, Edgard Scandurra! Eu sou Nasi, valeu!”

Putz, quantas vezes não vi ao vivo a apresentação do quarteto! Fui em mais de 12 shows… em SJC, em São Paulo, em Rio Claro, até em Cachoeira Paulista sob um chuvaréu e o povo pirando… cantava todas até perder a voz, dava aqueles chutes “pseudo-punks” no ar, pulava até cansar, em suma: muito bom!

Conheci o Ira! ouvindo a 89FM dos bons tempos rockeiros quando estava de passagem por São Paulo (morava no interior e lá não pegava a rádio…) e pelo terceiro e mais experimental álbum da banda, o “Psicoacústica” – até hoje um álbum fenomenal e um dos meus favoritos de todos os gêneros do rock – que o meu irmão ganhou de alguém (acho que de aniversário), talvez do nosso brother, o Seigi. Esse álbum é simplesmente fantástico: Rubro Zorro, Manhãs de Domingo, Receita pra se fazer um Herói, Farto…

Adorei a banda e passei a caçar tudo o que podia de música deles, shows, vídeos, aparições… rapidamente descobri que alguns amigos da escola também curtiam os caras e passávamos vários intervalos no Olavo Bilac cantando as nossas faixas favoritas, como Vitrine Viva! Núcleo Base! Dias de Luta! Mudança de Comportamento! Como os Ponteiros de um Relógio (adoro esse nome), etc.

Bons tempos, aqueles! 

PS: Abração ao Vitor e ao Cabral!
Se um dia vocês lerem isto aqui, saibam que foi demais caras!

Meu filho, o Pedro, é piradão em peixes… desde que viu “Procurando Nemo” acho.
E recentemente em São José ele ficou deslumbrado com os aquários do meu irmão.

Então nós (tipo, eu e a Andréia), decidimos que o primeiro animalzinho de estimação dele seria um peixe. Desses “BETA” sabem né? Que não exigem muitos cuidados ou grandes instalações.

Pois então… no sábado compramos aqui pertinho um belo Beta AZUL, pequeno mas bem ativo… mais o aquário (lógico, dã!), pedrinhas e até um enfeite… e a comidinha especial para a espécie.

Levamos o Pedro junto, que adorou. Quis carregar no colo (o aquário e o peixe, digo), quis dar comidinha, quis dar beijinho… enfim, ele tá adorando o pequeno Beta.

Que, a propósito, ganhou o nome de MR. FISH.

Seguindo os sábios conselhos de minha mana Amanda, estamos sempre de olho no Pedro quando ele quer “mexer” no seu peixinho… nossa missão agora é proteger o pequeno Mr. Fish de qualquer ACIDENTE que eventualmente meu filho venha a proporcionar que traga “perigo de morte” ao animalzinho. Bah, ainda prefiro dizer “risco de vida” mesmo. Mas colocamos o aquário na cozinha, em uma prateleira longe do alcance das mãozinhas frenéticas do Pedro. Claro que sempre está na mira de um objeto voador arremessado, mas também não tem outro jeito né? Trancar o bichinho no armário é muito esquisito.

Ontem a Andréia trocou a água da casa do Mr. Fish (de um jeito não muito recomendável…), mas ele sobreviveu e continua espertão.

Também estou gostando da companhia de mais um ser vivo aqui.
A casa tá aumentando a população e isso é sempre bom.
Acho.

Bom, meu filho tá feliz e isso é o que conta no final.
Sorry Mr. Fish…

Será que ele é um "he" ou um "she"?

Será que ele é um "he" ou um "she"?

Este último final de semana foi bem tranquilão.

Ficamos em casa, basicamente.

São Paulo está mais vazia do que de costume nesta época do ano, provavelmente porque tem mais gente viajando do que antes, então está bacana de curti-la. Só não consigo fazer mais programas no momento porque as crianças exigem uma logística própria… então ontem demos uma passeada lá na avenida Braz Leme, agora com os canteiros centrais totalmente reformados e ajardinados, e no sábado conseguimos lanchar numa padaria excelente, pertinho de casa, sem que o Pedro “causasse” grandes perturbações.

Aliás se tem alguém da ZN por aqui e ainda não conhece, recomedo mesmo a Padaria La Brunet, da Rua Pedro Doll. Não é das mais baratas, mas em geral os lanches e pães são muito bons, que é o que importa não? Já almocei lá também e valeu a pena. E o pessoal é simpático e atende bem.

Enfim, assistimos ao filme “A Fuga das Galinhas” umas 15 vezes, graças à insistência do Pedrinho que ficou fissurado nos bichos, e muito Discovery Kids, pra variar.

Pena que estávamos sem internet, não consegui adiantar vários projetinhos que tinha em mente, nem mesmo postar nos blogs… a TVA foi avisada na sexta (depois de uns 3 dias já sem conexão) e no sábado descobriram que a caixinha que fica lá na rua estava queimada…  mas infelizmente eles não conseguiram resolver o problema ainda… eita nóis!

Por outro lado, sem a opção da web a gente acaba lendo muito mais, o que eu adoro também. E adiantei bastante e estou quase terminando o sensacional “Dias de Luta”, do jornalista Ricardo Alexandre. É simplesmente imperdível para quem viveu o rock nacional dos anos 80! Recheado de depoimentos dos músicos e produtores, no livro a gente fica sabendo de um monte de histórias dos bastidores, da origem de canções famosas, e principalmente a gente aprende a história da formação do rock pop brasuca que mais impactou na juventude oitentista: Blitz, Barão, Legião, Capital, Ultraje, Ira!, Titãs, Paralamas, Lulu Santos, Kid ABelha, Lobão, Plebe Rude, Inocentes… enfim, estão todos lá, retratados em seus contextos regionais e pessoais e… nossa! É viciante a leitura, mas sem dúvida proque eu gostava muito daquele momento também. Não sei qual o impacto para quem é muito novo ou para quem desprezou o movimento. Enfim, estou curtindo muito!

Ah, minha irmã Amanda parece que começou um BLOG, também aqui no wordpress. Vou dar uma passadinha por lá e depois comento.

Até.

Uááááá… que preguiça!

Domingão começou friiiiio, frio, frio, frio.

Agora, às três da tarde, tá bem gostoso e com um sol bonito.

Mas ainda nem saí de casa.

Este é um daqueles finais de semana em que a Andréia tem a Pós. Acontece uma vez por mês, mas daí é sábado e domingo seguidos, dia inteiro! Então já viu né? Negócio é cuidar dos pequenos.

Ontem tivemos a ajuda da Maria, hoje da Wanda, minha sogra.

Até a pouco os dois estavam dormindo, dando aquela cochiladinha da tarde pós-almoço. Mas primeiro a Júlia, e agora o Pedro, acordaram. Caramba, não dormiram quase nada!

Bem, a Julinha tá do meu lado, no carrinho, me observando e vendo a tela; enquanto o Pedro, agora trocado porque se molhou inteiro, está tentando dormir de novo com minha sogra.

Enfim, estou aproveitando pra ler o que dá, mas tá difícil. Mais tarde, cafezinho em algum lugar aqui perto e só.

Recobrando as forças para a semana cheia de projetos que tenho pela frente. Torçam por mim haha!

Ontem, 9 de julho, foi feriadão aqui em São Paulo.
Em plena quarta-feira no meio das férias escolares.

O dia estava bem bonito e nem fez tanto frio. Foi ótimo para os shopping centers, imagino, e para quem quis curtir um cineminha, uma caminhada pela Paulista e coisas assim.

A cidade está realmente vazia ultimamente.

Creio que com o Dólar baixinho dos últimos tempos quem pôde foi-se pro exterior, ou está curtindo algum refúgio de inverno… e sem a circulação dos caminhões então… nossa, fazia muito tempo que eu não rodava por São Paulo sem trânsito nesta época do ano.

Ontem dormi até bem tarde, fazia tipo muitos meses que não acordava depois das 11h! Graças ao bom Deus o Pedrinho dormiu na avó, então esse milagre aconteceu (A Júlia é bem mais tranquilinha e não é de acordar cedo hehehe). Ainda demos um pulinho no Shopping Santana Parque e recebemos amigos em casa à noite para uma deliciosa Pizza (by “Suprema”, do Jardim São Paulo) e mousse de maracujá para encerrar.

Plus li várias revistas… foi bem legal.

Fazia tempo que não via tantos marronzinhos em São Paulo em um mesmo dia!
Até em cruzamentos de bairro, em ruas mais tranquilas, lá estava um digníssimo funcionário público da CET.
Com certeza é por causa da nova e polêmica lei do sr. Kassab que proíbe a circulação de caminhões pelo “centro expandido” – uma lei que veio de repente, mal foi discutida e de repente já estava valendo!
Claro que o trânsito melhorou um pouquinho, e é lógico que também não é a solução.

Não sei o que dizer a respeito.

Me pareceu muito “intransigente”, e o horário – das 5h às 21h – poderia ser mais curto, mas não sei avaliar uma alternativa… e no que isso vai dar?

Será que trocaremos um pouco do trânsito pesado de dia para termos aborrecimentos à noite e madrugada afora? Barulho dos caminhões circulando, estacionando, pessoal descarregando mercadorias, carro quebrando etc.

Veremos.