Este último final de semana foi bem tranquilão.
Ficamos em casa, basicamente.
São Paulo está mais vazia do que de costume nesta época do ano, provavelmente porque tem mais gente viajando do que antes, então está bacana de curti-la. Só não consigo fazer mais programas no momento porque as crianças exigem uma logística própria… então ontem demos uma passeada lá na avenida Braz Leme, agora com os canteiros centrais totalmente reformados e ajardinados, e no sábado conseguimos lanchar numa padaria excelente, pertinho de casa, sem que o Pedro “causasse” grandes perturbações.
Aliás se tem alguém da ZN por aqui e ainda não conhece, recomedo mesmo a Padaria La Brunet, da Rua Pedro Doll. Não é das mais baratas, mas em geral os lanches e pães são muito bons, que é o que importa não? Já almocei lá também e valeu a pena. E o pessoal é simpático e atende bem.
Enfim, assistimos ao filme “A Fuga das Galinhas” umas 15 vezes, graças à insistência do Pedrinho que ficou fissurado nos bichos, e muito Discovery Kids, pra variar.
Pena que estávamos sem internet, não consegui adiantar vários projetinhos que tinha em mente, nem mesmo postar nos blogs… a TVA foi avisada na sexta (depois de uns 3 dias já sem conexão) e no sábado descobriram que a caixinha que fica lá na rua estava queimada… mas infelizmente eles não conseguiram resolver o problema ainda… eita nóis!
Por outro lado, sem a opção da web a gente acaba lendo muito mais, o que eu adoro também. E adiantei bastante e estou quase terminando o sensacional “Dias de Luta”, do jornalista Ricardo Alexandre. É simplesmente imperdível para quem viveu o rock nacional dos anos 80! Recheado de depoimentos dos músicos e produtores, no livro a gente fica sabendo de um monte de histórias dos bastidores, da origem de canções famosas, e principalmente a gente aprende a história da formação do rock pop brasuca que mais impactou na juventude oitentista: Blitz, Barão, Legião, Capital, Ultraje, Ira!, Titãs, Paralamas, Lulu Santos, Kid ABelha, Lobão, Plebe Rude, Inocentes… enfim, estão todos lá, retratados em seus contextos regionais e pessoais e… nossa! É viciante a leitura, mas sem dúvida proque eu gostava muito daquele momento também. Não sei qual o impacto para quem é muito novo ou para quem desprezou o movimento. Enfim, estou curtindo muito!
Ah, minha irmã Amanda parece que começou um BLOG, também aqui no wordpress. Vou dar uma passadinha por lá e depois comento.
Até.